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quarta-feira, 26 de abril de 2017

PREPARANDO-ME PARA RETORNAR

     Amanhã, quinta-feira 27, às 18h tenho retorno marcado com o doutor Blummer e caso ele constate que o olho esteja livre de infecção, retornarei à rotina normal do blog.
      Agradeço de coração pelas mensagens recebidas de pronto restabelecimento, tanto aqui quanto nos telefonemas que diariamente recebo. Não fosse tanta solidariedade, amor e carinho, já teria desistido, porém, cada discípulo de Jesus não tem o direito de recusar a cruz que naturalmente um cristão carrega, às vezes, sem perceber, pelo dom da graça de Deus.
        Assuntos palpitantes pululam diariamente na mídia, desde reformas estruturais até as entranhas das revelações das delações na Lava Jato. Inclusive o nosso patrocinador andou prevaricando numa concorrência de licitação a qual já se conhecia previamente o vencedor! Mamma mia!
         Portanto, aguardem. Se amanhã o médico me disser que está tudo ok eu volto. Com muitas saudades...Até lá então...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

CONTINUO MELHORANDO...

    Graças ao bom Deus prossigo em minha recuperação. Estou dando o máximo de cuidado à minha visão pois dela depende a minha qualidade de vida. Obrigado pela paciência.
    O Rossi acaba de me ligar dizendo ter recebido resposta da presidência da PREVI, do Gueitiro, via Marcelo Coelho, chefe de gabinete. As explicações recebidas foram de um questionamento anterior cujo conteúdo mais parece um verdadeiro dossiê com gráficos, vetores e demais recursos de mais de dez laudas. Nele o caro Marcelo faz menção à publicação prévia em meu blog. Como desta vez o procedimento foi o mesmo (O Rossi enviou os comentários sobre o balanço/2016 à PREVI) ele, Rossi, pediu-me para retirar o texto do blog. Pedido feito, pedido aceito.
     Não desejo entrar mais em confronto com a PREVI. Pode soar nova provocação. Já estou um pouco idoso para contendas. Prefiro ficar na mansidão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
          Um gigantesco abraço a todos vocês, nobres colegas. Muita paz e alegria a todos nesta páscoa da ressurreição! 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

TRINTA DIAS "LONG"

   O doutor Marcel Eduardo Blumer, oftalmologista responsável por uma das minhas cirurgias, a do glaucoma, me disse que a recuperação pode levar até trinta dias. Ocorre que neste tipo de operação a drenagem do humor aquoso, cuja ausência é responsável pelo aumento da pressão intraocular, foi substituída por pequenas bolsas no interior do globo ocular, as quais o organismo pode rejeitar nos primeiros dias como "elemento estranho" ao hábito fisiológico. Daí a necessidade de pingar três colírios que têm a função de amenizar a rejeição do novo componente criado. Em função disso, minha recuperação poderá estender-se um pouco mais. Não é pela catarata (já resolvida) mas sim pelo glaucoma.
    Para enxergar de perto (leitura) necessitarei de lentes corretivas em virtude do meu astigmatismo (as letras  aparecem "borradas". Então, esta providência somente poderá ser tomada após o período de até 30 dias quando estiver bem recuperado.
     Eis um resumo dos custos  das cirurgias:
- Duas cirurgias cobertas pela CASSI.
-   Anestesista no valor de R$ 870,00 coberto pela CASSI (Garantia de Atendimento).
- Lente importada monocromática substituiu o cristalino do olho esquerdo: R$ 2.230,00 (A CASSI cobriu o valor de R$ 750,00) restando a meu encargo R$ 1.480,00.
     Era isso, meus caros colegas. Vou continuar repousando...Saudades de todos vocês! Feliz e abençoada Páscoa!

quinta-feira, 30 de março de 2017

CIRURGIAS REALIZADAS COM SUCESSO

    Graças ao Senhor Deus do universo, as cirurgias a que me submeti foram muito bem sucedidas. Estou enxergando muito bem no olho operado, nada obstante o doutor cirurgião relatar-me  não ter sido uma das mais fáceis das milhares que já realizou. No que tange ao glaucoma não houve dificuldade alguma. Estou utilizando 3 tipos de colírios, um deles o Maxidex (dexametasona) pingo uma gota de hora em hora.
     Sensibilizado demais com as manifestações e preces de todos vocês, só posso dizer-lhes muito obrigado e que o Senhor sempre lhes retribua em quíntuplo. Encerro por dificuldades temporárias na leitura. Abraços gigantes a todos.

quarta-feira, 29 de março de 2017

CATARATA E GLAUCOMA

    A contar de hoje estarei ausente por alguns dias, em férias para recuperação de duas cirurgias simultâneas nesta quarta-feira, 29, no Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem.  Às 15h a catarata no olho esquerdo e logo a seguir, no mesmo olho, o glaucoma, para evitar picos de pressão intra-ocular. Foi devido a este problema que ano retrasado, ao fazer a mesma cirurgia no olho direito, houve por duas vezes o descolamento da retina. Infelizmente, perdi mais de 90% da visão. Por isso, todo este cuidado agora na cirurgia do olho esquerdo.
     O blogue fica sem novas postagens por alguns dias. Deixarei configurado para publicação automática de comentários, porém, apenas usuários identificados posto que não poderei moderá-los.
          Obrigado a todos e a todas. Peço suas preces para que nada de mal aconteça, que eu possa continuar a enxergar no único olho que me resta.


segunda-feira, 27 de março de 2017

QUESTIONAMENTOS ENVIADOS À PREVI

Caro Ari,

Ponderações preliminares sobre o pífio superávit da PREVI, onde a rentabilidade superior do PREVI Futuro mostra que os seus ativos estão administrados com mais eficiência do que os do Plano 1. O ponto de desequilíbrio desse desencontro de rentabilidade  deve ser os R$ 77.1 bilhões que o PB1 tem aplicado em Rendas Variáveis, sobretudo na Vale S.A.

QUESTIONAMENTOS PARA A DIRETORIA EXECUTIVA DECIFRAR

O presidente Gueitiro Matsuo Genso divulgou no site que o plano 1 fechou o 3º trimestre (30/09/16), com o superávit acumulado de R$ 3.191 bilhões, obtendo uma rentabilidade de 13,67% superior à meta atuarial acumulada de 10,13%.
Estando fora desse balancete três ativos: Vale S.A, Neoenergia e Invepar, que serão precificados a valor econômico em 31/12/16, de sorte que a rentabilidade deles é considerada zero para efeito deste resultado.
Ações de várias empresas participadas que sofreram desvalorizações em 2015, tiveram recuperação em 2016, por exemplo, a Petrobras subiu R$ 3 bilhões no valor do seu patrimônio, o BB também R$ 3 bilhões, o Itaú R$ 1 bilhão e o Bradesco R$ 800 milhões, o que confirma a robustez desses ativos e a perspectiva positiva de bons rendimentos futuros.
O índice IBOVESPA ultrapassou a barreira dos 61.000 pontos durante todo o segundo semestre/16, e tudo conspirava para um superávit significativo no final do exercício de 2016, algo em torno do dobro do superávit de setembro, mas o que se viu foi o fundo entrar em parafuso e em marcha ré e frustrar as esperanças dos associados.
De fato, para nossa surpresa, veio a notícia desagradável e preocupante de que o superávit de 2016 (R$ 2.19 bilhões), em vez de suplantar números alcançados em 30/09/16 (R$ 3.191 bilhões), contrariou as expectativas otimistas e terminou tendo uma retração expressiva da ordem de R$ 1 bilhão do 3º para o 4º trimestre.
Nessa análise econômico-financeira, é importante ressaltar que o superávit acumulado até agosto/16, de R$ 2.531 bilhões, sinalizava melhoras que se confirmaram. Tanto é verdade, que no mês seguinte (set/16) este superávit subiu para R$ 3.191 bilhões.
Logo, existe algum fator econômico desagregador que fez destoar à positiva corrente superlativa de valores que era sustentável até então e que drasticamente foi interrompida e eliminou a tendência de alta no último trimestre do ano passado.
Na realidade, a inversão da trajetória superavitária registrada até 30/09/16 (R$ 3.191 bilhões) para déficit, acarretou uma perda de R$ 1 bilhão no 4º trimestre./16, reduzindo o superávit de 2016 para R$ 2.19 bilhões, rombo que precisa ser esclarecido.
Como explicar essa circunstância desastrosa, onde em setembro/16, com a rentabilidade de 13,67% e meta atuarial de 10,13%, a PREVI fechou com R$ 3.191 bilhões de superávit e pouco depois, em dezembro, com rentabilidade de 15,03%, portanto, maior do que a meta atuarial de 11,91%, e performance consistente e hígida da Bovespa que operou no período sempre acima dos 64.000 pontos e a Diretoria Executiva, mesmo assim, conseguiu perder R$ 1 bilhão?
Pelo que tudo indica, este desastre financeiro deve ter ocorrido no ato da precificação das ações da Vale, Neoenergia e Invepar, e da sua consolidação junto aos números do balanço do 4º trimestre, ajuste este feito a valor econômico e que possivelmente tenha ficado abaixo do valor contabilizado.
De outra parte, à exceção do déficit de 2015 (R$ 16.137.922 bilhões), desde 2005 até 2014 e 2016, os balanços da EFPC-PREVI são superavitários. Assim, considerando que os superávits acumulados até 2009 constituíram Reservas Especiais que foram destinadas em revisões do plano 1, sendo que a última ocorreu em 24/11/10, vamos tomar por base os números dos anos que sobraram: superávit de 2010 (R$ 26,89 bilhões), 2011 (R$ 24,67 bilhões), 2012 (R$ 27,30 bilhões), 2013 (R$ 24,76 bilhões), 2014 (R$ 12.5 bilhões) e 2016 (R$ 2.19 bilhões), para discordar do déficit técnico acumulado de R$ 13.94 bilhões em 2016 (déficit de 2015 de R$16.13 bilhões – superávit de 2016 de R$ 2.19 bilhões  = R$ 13.94 bilhões).
Não tem sentido lógico, contábil e jurídico, computar isoladamente apenas o déficit de 2015 (R$ 16.13 bilhões) e o superávit de 2016 (R$ 2.19 bilhões), para se afirmar que os R$ 13,94 bilhões, diferença negativa entre eles, representa o déficit acumulado em 2016.
O resultado deste déficit geral acumulado, apresentado para 2016 está equivocado e distorcido, na medida em que se desprezou, no seu cálculo, os superávits dos anos 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014. Esse teorema adotado pela PREVI não demonstra com exatidão a evolução acumulada dos superávits ou déficits, porque é falho.
Empresa que desempenha atividade com objetivo de lucro, na demonstração de lucros ou prejuízos acumulados, busca o saldo do período anterior e + ou – lucro ou prejuízo do exercício e a cada balanço patrimonial os valores dos lucros ou prejuízos acumulados são contabilizados em contas do grupo Patrimônio Líquido (Capital, lucros ou déficits acumulados), o que mantém essas reservas atualizadas, as quais podem ser utilizadas para aumento de capital social, por exemplo.
Por analogia, entendo que esses princípios podem ser utilizados na apuração dos superávits e déficits das EFPCs, respeitado o plano de contas de cada entidade e, especificamente à PREVI, as normas e regras dos órgãos reguladores e fiscalizadores (CNPC e PREVIC).
Os números liberados pela Diretoria Executiva nos dão apenas uma visão sintética e resumida dos resultados, mas é possível, mesmo assim, fazer algum juízo de valor de determinadas situações, como as que ora levanto. O ideal é aguardar a publicação integral das Demonstrações Contábeis e do balanço patrimonial para se ter uma visão do todo.

(Diretamente de Goiânia, capital de Goiás, João Rossi Neto. 
 Obs: Estas ponderações foram enviadas à Previ pelo autor.)



AS FAIXAS ETÁRIAS DO PLANO UM

ANO 2016


FAIXA ETÁRIA /   ATIVOS  /  APOSENTADOS

   30 - 44                     747                         19

   45 - 59                10.545                  22.653

   60 - 74                     552                   47.158

   75 - 89                        16                   11.738

   90 - 104                        2                         801

     TOTAL                11.862                    82.369

OBS: Os valores do ano mais recente foram
         contabilizados até o mês de dezembro.

As pensões superam a casa dos 20.000

    Somos cerca de 103.000 inativos entre aposentados e pensionistas. Pelos últimos números apresentados no "Hotsite Resultado" as despesas anual de 2016 para nossos pagamentos foram de R$ 10.352.976.000,00 equivalentes mensais a R$ 862.581.000,00. Este é o valor mínimo que o fundo precisa auferir todo ano para o equilíbrio atuarial. Porém, há de se considerar as despesas administrativas e demais despesas que serão conhecidas detalhadamente com a publicação dos resultados do último ano, com o balanço e as demonstrações de resultados.