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domingo, 22 de janeiro de 2017

PROBLEMÁTICA COM FÁCIL SOLUCIONÁTICA

   Faço mais um pedido dirigido ao caro diretor de Seguridade da PREVI, Marcel Juviniano de Barros, qual seja o de - excepcionalmente - permitir a renovação do ES àqueles e àquelas que estão na carência de seis meses. Sabemos que nas "Perguntas frequentes" a posição da Seguridade é de preservar mais despesas ao tomador do empréstimo, conforme já respondido:
"A carência de seis prestações mensais pagas para renovação dos empréstimos evita renovações sucessivas, em intervalos curtos, e que oneram o participante com a cobrança de taxa de administração incidente sobre o valor do empréstimo solicitado, mesmo na renovação."
    Entretanto, todavia, nada obstante, porém, no entanto, os argumentos acima em nada prejudicam o nosso fundo de pensão, são somente mais encargos para o tomador, que por sua vez, alega que já foi prejudicado pela não concessão da suspensão das cobranças em dezembro, janeiro e fevereiro e obrigou-se a renovar seu empréstimo em novembro por extrema necessidade de fim de ano. Alie-se ao fato de em janeiro a PREVI ter efetuado uma série de modificações nos componentes da margem consignável, fato que gerou condições favoráveis a novos empréstimos que agora esbarram na carência dos seis meses.
    Insistimos que a presente permissibilidade é tão exclusivamente para este caso, sem quebrar normas para futuras renovações. Isto posto, confiamos no bom senso da PREVI que precisa atender, quando é o caso como agora, aos anseios e necessidades de seus associados, afinal, este é o fim último de um fundo de pensão.
O PODEROSO DIRETOR MARCEL, LADEADO PELO BLOGUEIRO, NA AABB DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ (Foto de agosto 2014)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

FOI BOM PARA VOCÊ?

   Tem coisa que por mais seguro que você esteja não ser possível acontecer na Seguridade da PREVI, às vezes, é possível. Ocorre hoje com o ES contratação/renovação. Cliquei no autoatendimento para verificar as minhas condições. Inicialmente minha MC estava em 156,00 negativa. Mesmo assim cliquei em "Novo Empréstimo". Deu que minha prestação era de 2.090,00 na modalidade "A" e o saldo devedor era de pouco mais de 133.000,00.
Daí a surpresa: Seu eu renovasse por 141.000,00 em 120 meses, com parcelas de 1.934,00 (156,00 menor que a prestação anterior) teria um crédito de 7.000,00. Então fiz a operação.
    Interessante observar que nesta operação nada bateu com nada. Nem com a margem 30%, nem 40% pois ambas estavam positivas mas a margem do ES estava negativa. Desconfio que na hora da operação não tenha sido considerada a CAPEC.
    Já que acontece estas idiossincrasias, o nosso caro departamento de Seguridade poderia abandonar de vez o anatocismo, pegar o modelo prefixado do BB, então sim, poderíamos elogiar o novo ES. Neste novo modelo prefixado o percentual dos juros estariam aglutinados em juros, correção, FQM e outros penduricalhos.
    E por hoje ficamos bem com a posse de Donald Trump. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MARGEM SIMPLES DO EMPRÉSTIMO

 4 - As novas margens consignáveis de 30% e 40% são cumulativas? Ou seja, posso ter 30% do meu benefício consignado com empréstimos e financiamentos e mais 40% de outras consignações?

Não. A margem consignável de 30% representa o valor máximo que pode ser consignado para o desconto de empréstimos e financiamentos em folha de pagamentos, e está inserida na margem consignável de 40%, que representa o total de descontos que podem ser debitados em folha de pagamentos.


5 - Como é feito o cálculo dessas margens?

A apuração das margens consignáveis é feita pela aplicação das alíquotas de 30% ou 40% sobre os rendimentos disponíveis. Os rendimentos disponíveis, por sua vez, são apurados a partir da soma de todos os benefícios percebidos pelo assistido (BB, INSS e PREVI), descontadas as consignações compulsórias de origem legal (imposto de renda, pensão alimentícia e descontos determinados judicialmente) ou contratuais (contribuição para a PREVI).

Veja mais no site da  PREVI  
JANEIRO DE 2017 VERBAS
PREVI + INSS 10.150,03 P300+P400
DEDUÇÕES OBRIGATÓRIAS
IMPOSTO DE RENDA 0,00
PREVI CONTR PESSOAL MENSAL 366,27 C800/815
PENSÃO ALIMENTÍCIA 2.030,00
CAPEC / ESPECIAL 441,77 C753
CASSI - PROG ASSIST 0,96 C764
CASSI - CONTR. PESSOAL MENSAL 304,50 C820
CASSI - CONTR EXTRA 101,50 C821
EMPRÉSTIMOS SIMPLES 2.228,17 C560
CASSI CO-PARTICIPAÇÃO 9,29 C769
TOTAL DESCONTOS 5.482,46
LÍQUIDO DA FOLHA 4.667,57
MARGEM CONSIGNÁVEL 30% 97,96
MARGEM CONSIGNÁVEL 40% 15,31
MEMÓRIA DE CÁLCULO:
Margem de 30%:
Rendimento bruto - descontos obrigatórios ( IR, PENSÃO e CONTR. PREVI) * 0,3
10.150,03 -2.396,27 * 0,3 = 2.326,13
Limite máximo para empréstimos e financiamentos = R$ 2.326,13
Parcela utilizada: 2.228,17
Parcela disponivel: R$ 97,96
Margem de 40%
Rendimento bruto - descontos obrigatórios ( IR, PENSÃO e CONTR. PREVI) * 0,4
10.150,03 -2.396,27 * 0,4 = 3.101,50
A margem de 40% é o limite máximo para as consignações próprias (EMP SIMPLES + IMOB)  e de terceiros
Consignações de terceiros: R$ 858,02
Consginações Próprias: R$ 2.228,17
Margem de 40% - Consignações totais = 3.101,50 - 3.086,19 = 15,31
Parcela disponivel: R$ 15,31
Logo o valor disponivel para aumentar parcela de empréstimos e financiamentos ou consignações de terceiros é de R$ 15,31





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ROSAS NEGRAS

   Mesmo para sempre afastado das aulas de inglês, no viço dos meus 40 anos, nutria admiração por um conjunto de negros chamado "Inner Circle". Uma de suas músicas que mais me intrigava era a "Black Roses" justo por jamais ter visto "rosas negras". Sucintamente a música quer saber o que aconteceu com o jardim de rosas negras que o autor plantou com tanto carinho...
   Se pudermos comparar as rosas negras com o nosso "BET" podemos parafrasear a letra da música "o que aconteceu com meu jardim de rosas negras" para "o que aconteceu com meu BET que eu trabalhei muito para que fosse permanente. Alguém cuidou mal dele assim como trataram mal as rosas. Quem o distribuiu deixou os aposentados (justamente os únicos que tinham direito) a ver navios. O patrocinador e os membros da ativa não deixaram de receber suas partes integrais porque foram postas em outras contas que rendiam juros de 5% a.a. mais o INPC. Por que não fizeram o mesmo com a nossa parte???
    Por oportuno, coloco aqui dois comentários bem esclarecedores:

SUPERAVIT EM EXCESSO AO BB deixou um novo comentário sobre a sua postagem "SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?": 

A utilização do Superávit 2010 foi autorizada em 16/02/2011, onde implementou-se o tal "BET" que vigorou até 2013.
Os valores correspondentes aos patrocinadores (BB e PREVI) e aos participantes ATIVOS foram registrados na rubrica "Utilização de Superávit - 2010". Em 2015, a movimentação dessas rubricas registrou: (V.Pág.147 do Relatório Anual)

BB, tinha R$ 8.155.242 em 2014, cuja atualização pelo INPC +5% rendeu R$ 1.334.159, utilizando-se de R$ 532.350 para pagar as suas contribuições patronais, resultou num saldo positivo de R$ 8.942.255;

PREVI tinha R$ 14.796, somou mais 2.492 de atualização (INPC+5%), nada utilizou em 2015, restando um saldo credor de R$ 17.288;

ATIVOS (ERAM UNS 20 MIL!), tinham R$ 1.327.090 nos seus SISBET em 2014, atualizados com mais R$ 192.992 e diminuidos com -R$ 385.587 de utilizações, restou um saldo credor de R$ 1.134.495.

Aos aposentados e pensionistas (exceto os 7 mil pré-67, da Verba P-220 que NÃO ganharam BET)restou um saldo a distribuir de R$ 1 bilhão, que foi suspenso e não distribuído, um ano antes de se encerrar a nossa conta. Não se sabe o destino dessas sobras...
Aguardamos o relatório de 2016, onde verificaremos que o "BET de 7,5 bi" do BB está rendendo uma fortuna, pois esse soube administrar bem seus (nossos!) recursos.

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?": 

Em 03/01/2014 a Diretoria da PREVI publicou no seu site a "Carta Sobre o Fim do BET e Volta das Contribuições", reproduzida pela Revista PREVI, Edição n.175, de dezembro de 2013, também disponível ainda no site da PREVI.

Causa espanto, ao meio da missiva, a afirmação:

"...No entanto, em consequência do resultado do exercício encerrado em 31/12/2013, existe a necessidade de recompor a Reserva de Contingência com os recursos existentes noS Fundos de destinação e de Contribuições do Superávit dos Participantes E DO PATROCINADOR!!! conforme determina o artigo 18 da Resolução CGPC n.26/2008".

Se nosso Fundo de Destinação do Superavit 2010 (dos Participantes Aposentado)) foi zerado e canalizado para recompor a Reserva de Contingência, como se explica que o Fundo de Destinação do Patrocinador Banco do Brasil tenha sempre saldo credor, originado dos R$ 7,5 bilhões iniciais, subindo para R$ 8,14 Bilhões em fins de 2014, subindo para R$ 8,94 bilhões em 2015 e, quiçá, superando os R$ 9 BILHÕES neste último exercício de 2016 ????

Não utilizaram esse Fundo como manda o artigo 18 da Resolução 26 ?Ainda é tempo, pois encerraremos esse exercício ainda com PREJUÍZOS....

O BB QUE TINHA INTERESSE NA RESOLUÇÃO 26 FICOU COM DINHEIRO DE SOBRA (SURRUPIADO DOS APOSENTADOS) PARA PAGAR SEUS COMPROMISSOS COM O FUNDO PELOS PRÓXIMOS 30 ANOS.


TERREMOTO NOS FUNDOS

   Eu havia pensado que com a CPI dos fundos de pensão o assunto havia morrido com o fim da CPI. Ledo engano. Agora, pululam notícias oriundas de outros blogues. A Leopoldina, (http://olharcoruja.blogspot.com.br/) aborda o assunto fazendo referência ao Blog do Vicente, no Correio Braziliense cujo link é este:


E assim caminha a humanidade.
E assim quem prejudicou os fundos de pensão terá que prestar contas.


domingo, 15 de janeiro de 2017

SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?

"Brasília (DF), 9 de janeiro de 2017 

Ao Senhor Fabiano Felix - presidente do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil 


Vimos solicitar a disponibilização do comprovante do depósito de R$ 23.000.000,00 a ser feito pelo Banco em razão do acordo celebrado para cobrir parte do déficit operacional, valor que deveria ter sido depositado em dezembro de 2016. Esperaremos o envio do documento no prazo máximo de 48 horas após o recebimento desta mensagem. Nosso interesse se origina em informações que nos teriam chegado de fonte confiável e de outras que transitam pela Internet, de que o Banco, até a presente data, não estaria cumprindo o compromisso assumido. Assim, sejam as denúncias confirmadas, o que muito nos preocupa, o acordo firmado estará em resilição

A divulgação mensal dos depósitos comprovará a honradez do Banco e da administração da Cassi.


Atenciosamente,


Fernando Arthur Tollendal Pacheco - 3.214.820-4 

Valéria Batista Corrêa - 9.440.676-6 

Vera Maria Neves - 9.472.645-0



sábado, 14 de janeiro de 2017

CENTÉSIMOS DE MILÉSIMO

    A PREVI deixará de pagar uns 400 mil reais, segundo os cálculos magistrais do nosso eterno diretor do BB, José Aristophanes Pereira. Seus cálculos esmiuçados são postos aqui, retirados de um comentário que o insigne mestre fez na postagem que a esta precede:

Aristophanes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "PREVI NÃO É PREVIDÊNCIA PÚBLICA": 

Prezado Prof.Ari Zanella

Recuperado do choque financeiro, conforme comentei ontem, dei uma passada, aqui no blog, para ver como estavam as coisas, e vi que a questão da diferença do INPC não está pacificada, mesmo depois de a Previ ter retirado a notícia do reajuste dos benefícios da sua página inicial. 
Preocupado e curioso com a “economia de palitos” a que você se referiu, fiz uma estimativa, para dimensionar, com maior rigor científico, a “economia” da Previ, ao utilizar o INPC=6,57994, em vez do divulgado na mídia – e adotado pelo INSS – de 6,58000, gerando, assim, uma diferença de 0, 00006...
Recorrendo às minhas velhas apostilas de Cálculo Infinitesimal e considerando que a massa mensal de benefícios M(b) pagos pela Previ é da ordem de R$550.000.000, com pequena margem de erro, para mais ou para menos, e que os INPCs divergentes são D(b) e D(a), apliquei a fórmula Sa²= [{f(x) d(x²)>M(b)}-{D(b)-D(a)}], chegando à conclusão de que a “economia” da Previ – mesmo perdendo uma pequena parcela da nossa contribuição, e subtraindo valores da Cassi e do IRPF – será da ordem de {(6,58-6,57994)*(550000000*13)-(Cp+Cbb+Ir)}= R$402.037,09538/ano, valor equivalente a 133.333,33333... caixas de palitos
Finalmente, um alerta importante da Previ: ”Como não houve tempo hábil de aguardar a divulgação do índice do INSS no Diário Oficial da União, adiantamos esse reajuste pelo mesmo índice da PREVI, de modo que os eventuais ajustes ocorrerão na folha de pagamento seguinte” PORTANTO, FIQUEM ATENTOS PARA A BOLADA DA DIFERENÇA, EM FEVEREIRO. E TEM CARNAVAL!
Como dizia uma antiga página de humor, na “Seleções do Reader´s Digest”: Sorrir é o melhor remédio(Laughter is the best medicine)!

    A PREVI vai aplicar os seis centésimos de milésimo reduzidos em ambos PREVI INSS. Hoje recebi email confirmando o índice com as cinco casas decimais.

11/01/2017
Benefícios do Plano 1 são reajustados

Aposentados e pensionistas do Plano 1 receberão neste mês de janeiro seus benefícios atualizados pelo INPC em 6,57994%.
Os aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios 1 da PREVI receberão seus benefícios reajustados neste mês de janeiro. Para as concessões até 31/1/2016, o índice de reajuste da PREVI será de 6,57994%, correspondente ao INPC acumulado entre janeiro e dezembro de 2016. Para os benefícios concedidos entre 1/2/2016 e 31/12/2016, foi utilizado o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2016. O INPC é o indexador dos planos de benefícios da PREVI. Lembramos que para as pensões por morte de participantes aposentados o critério de apuração do índice de reajuste levará em conta o mês de início da aposentadoria, e não o da pensão.

Os aposentados do Plano 1 com início de benefício a partir de 1/1/2017 terão o primeiro reajuste em janeiro de 2018, com base no INPC apurado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2017.
O reajuste em janeiro se aplica somente aos benefícios do Plano 1, em conformidade com as disposições do Regulamento do Plano, vigentes a partir de 22/4/2013. Para os assistidos do Plano PREVI Futuro, o reajuste anual permanece no mês de junho. O benefício do INSS é reajustado anualmente no mês de janeiro.

Como não houve tempo hábil de aguardar a divulgação do índice do INSS no Diário Oficial da União, adiantamos esse reajuste pelo mesmo índice da PREVI, de modo que os eventuais ajustes ocorrerão na folha de pagamento seguinte.
Veja como o complemento foi reajustado:
a) Participante filiado até 3/3/1980 com benefício concedido até 23/12/1997:
– o reajuste da PREVI (6,57994%) é aplicado sobre o benefício global (INSS + PREVI). Para saber qual é o valor do complemento PREVI, subtrai-se do total o valor do benefício pago pelo INSS;
b) Participante filiado a partir de 4/3/1980:
– o reajuste da PREVI de 6,57994% é aplicado somente sobre o complemento.
Os funcionários que aderiram ao PEAI 2016 e se aposentaram no mês de dezembro terão um reajuste de 0,14%, correspondente ao INPC apurado entre 1/12/2016 e 31/12/2016.

    Diante do exposto, os "acertos" em virtude do índice do INSS ser maior em 0,00006 virão em fevereiro. E pela primeira vez na história moderna da fusão do mês de aumento, a parcela da PREVI terá (e ficará na história do fundo) um índice diferente do índice oficial do INSS. Com efeito, o nosso fundo se preocupa muito com pequeníssimos detalhes.